A vida...


03.03.2006


"Quem matou o amor?

Houve uma vez na eistória do mundo, um dia terrível que ódio

o rei dos maus sentimentos, dos dos defeitos e das más virtudes,

convocou uma reunião com todos os seus súditos.

Todos sentimentos escuros do mundo e os desejos mais perversos do

coração humano chegaram a esta reunião com muita curiosidade.

Todos queriam saber qual motivo de tanta urgência.

Quando todos já estavam lá, falou o Ódio:

-Reuni-os aqui porque desejo com todas as minhas forças matar alguém.

Ninguem estranhou muito, pois era Ódio quem estava falando e ele

sempre queria matar alguém.

Mas perguntavam-se: quem seria tão difícil de matar que o Ódio

necessitaria da ajuda de todos?

Quero matar o Amor - disse o Ódio.

Muitos sorriram com maldade, pois mais de um ali tinha esta mesma vontade.

O primeiro voluntário o Mau Caráter.

Eu irei e podem ter certeza em um ano o amor terá morrido

Provocarei de tal discórdia e raiva que não vai suportar.

Depois de um ano se reuniram outra vez e ao escutar o relato do Mau Caráter

ficaram decepcionados. Eu sinto muito, bem que tentei de tudo mas cada vez

que eu semeava discórdia o Amor  superava e seguia seu caminho.

Foi entao que, muito rapidamente, ofereceu-se a Ambição para executar a
tarefa.

Fazendo alarde de seu poder e disse:

Já que o Mau Caráter fracassou irei eu...desviarei a atenção do Amor

com desejo por riqueza e pelo poder, isso ele nunca irá ignorar.

E começou a Ambição o ataque contra à sua vítma.

Efetivamente o amor caiu ferido, mas depois de lutar arduamente, curou-se.

Renunciou a todo desejo exagerado de poder e triunfo.

Furioso com o novo fracasso, o Ódio enviou o Ciúme.

Este bufão perverso inventou todo tipo de artemanhas

e situações para confundir o Amor.

Machucaram-no com dúvidas e suspeitas infundadas, porém mesmo

confuso o Amor chorou e pensou que não queria morrer, e com valentia

e força se impôs sobre eles e os venceu.

Ano após ano, o Ódio seguiu em sua luta, enviando a Frieza, o Egoísmo,

a indiferença, a pobreza a infermidade e muitos outros, todos fracassavam
sempre.

O Ódio convencido de que o Amor era invencível, disse isso aos demais:

Nada podemos fazer, o Amor suportou tudo, levamos muitos anos insistindo

e nao conseguimos. De repente de um cantinho do auditório se levantou um

sentimento pouco conhecido e que se vestia todo de preto com um chapéu

gigante, ele mantinha o rosto encoberto, seu aspecto era fúnebre como o da

morte. Eu matarei o Amor - disse com segurança.

Todos se perguntavam que era este pretencioso que, sozinho prentendia fazer

o que nenhum dele havia conseguido. O Ódio ordenou...Vá e faça.

Havia passado pouco tempo, quando o Ódio voltou a convocar a todos para

comunicar que finalmente o Amor havia morrido.

Todos estavam felizes mas também surpresos, e o sentimento do chapéu

preto falou: Aqui eu os entrego o Amor totalmente morto e esquartejado.

E sem dizer mais palavra, encaminhou-se para a saída.

Espera! - derterminou o Ódio dizendo:

Em tão pouco tempo você eliminou completamente, deixando-o desesperado

e por isso mesmo não fez o menor esforço para viver!

Quem é você afinal?

Aquele sentimento pela primeira vez levantou seu horrível rosto e disse:

Sou a Rotina.

(Desconheço o autor)


Não permita que a rotina mate seu amor, se ela é o unica capaz de destruílo
vença-a e faça dela clara e agradável, assim ela será incapaz de destriur o
Amor."

Escrito por Angel às 15h09
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